Novo estudo confirma que as pessoas estão dormindo menos

Novo estudo confirma que as pessoas estão dormindo menos

| 7 de março de 2019 | 343

Uma nova pesquisa feita pela Phillips revelou que quase metade da população mundial está encarando problemas com o sono. Recentemente divulgado, o estudo alega que 44% dos adultos ao redor do globo acredita que seus hábitos de descanso pioraram nos últimos cinco anos, sendo que destes 60% admitem nunca terem buscado qualquer tipo de ajuda médica ou profissional para resolver o problema – mesmo 8 a cada 10 pessoas envoltas com o problema afirmando que querem melhorar sua condição.

Estas conclusões foram tiradas à partir da análise de entrevistas da Phillips com onze mil e seis pessoas residentes em países localizados em diferentes pontos do globo e incluindo Brasil, Estados Unidos, Austrália, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Japão, Holanda, Cingapura e Coréia do Sul. A empresa também declara que 76% dos indivíduos que responderam suas perguntas afirmaram possuir pelo menos uma das doenças do sono listadas no questionário, com a insônia e o ronco liderando o ranking com 37% e 29% de presença no corpo total de voluntários.

A situação preocupa muito os analistas, mas sem dúvida favorece toda uma indústria de auxílio com o sono que promete crescer muito nos próximos anos. Só nos Estados Unidos, setenta milhões de indivíduos sofrem com problemas crônicos do tipo e fomentam o crescimento de empresas da área, que de acordo com o Market Research preveem uma valorização ao nível de cem bilhões de dólares no mercado até o ano de 2023 – só em 2017 estima-se que este cenário tenha alcançado um rendimento total de até 28 bilhões.

Mas enquanto o mercado do sono cresce a passos rápidos, o que as pessoas estão fazendo para curar sozinha seus males da cama? De acordo com a Phillips, a prática mais comum é a de ler antes de dormir com 69% dos entrevistados declarando realizar este ritual diário, seguido de perto por ouvir músicas relaxantes (67%) e a opção de implementar uma rotina mais rígida de descanso à noite (57%).

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